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Geral

Prédio de 24 andares desaba em incêndio no Centro de SP

São Paulo | 01/05/2018 15h 35min

RESUMO

·                  Chamas começaram por volta da 1h30 no 5º andar

·                  Prédio de 24 andares abrigava ocupação irregular

·                  Prefeitura de São Paulo diz que 92 famílias estavam no local

·                  Homem caiu junto com o prédio em tentativa de resgate

·                  Bombeiros combatem focos de incêndio e buscam desaparecidos

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A Cruz Vermelha de São Paulo está recebendo doações de todos os tipos – em especial, água, alimentos não perecíveis, roupas, sapatos e itens de higiene pessoal – para auxiliar as vítimas do incêndio e desabamento de edifício na região central da cidade.

O trabalho dos Bombeiros vai se concentrar na refrigeração da estrutura que caiu. Apenas após 48 horas vão começar a mexer nos escombros com o maquinário, mesmo assim, de forma delicada para não afetar possíveis sobreviventes. Enquanto isso, as buscas serão feitas com cães farejadores e sensores de calor.

"O prazo de 48 é estabelecido por órgãos internacionais pela possibilidade de haver alguém vivo no local", Capitão Marcos Palumbo, porta-voz dos Bombeiros de São Paulo.

Segundo Palumbo, durante as buscas por possíveis feridos e na retirada de escombros nas primeiras 48 horas, o uso de equipamentos como retroescavadeiras só será feito na área do entorno da edificação.

 

Os Bombeiros vão esperar 48 horas para começar a mexer na estrutura do prédio com o maquinário. "Existem outras pessoas que estão desaparecidas, que não sabemos se estão aí dentro", disse o Capitão Marcos Palumbo, porta-voz dos Bombeiros de São Paulo.

Em nota, a Promotoria de Habitação e Urbanismo informou que vai reabrir o inquérito em decorrência da queda do prédio.

Quase 1,2 milhão de famílias vivem em situação precária em SP, de acordo com dados da Secretaria Municipal da Habitação de São Paulo. O número abrange o déficit habitacional de 358 mil moradias, que consiste na quantidade de novas moradias que precisam ser construídas na cidade, e outras 830 mil famílias que vivem em “assentamentos precários, que precisam de algum tipo de melhoria”.

Fonte:   G1

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